Marinha chinesa realiza manobras com simulações de ataques militares em meio a tensões com Taiwan

A China realizou exercícios de ataque na costa da província de Cantão, durante os quais suas tropas ocuparam uma praia

China teria capacidade ‘decisiva’ para derrotar Marinha dos EUA (Foto: Reuters)

 A informação foi divulgada logo após a Comissão Militar Central da China desenvolver um plano para melhorar as capacidades de combate conjunto entre os vários componentes das forças armadas do país. O plano, que entrou em vigor em 7 de novembro, estabelece conceitos básicos, esclarece responsabilidades e aborda regras e questões fundamentais para a condução de guerras futuras, observam as agências noticiosas chinesas.

O jornal chinês Global Times noticiou, citando analistas da área militar, que o documento “visa a preparação para a guerra, dada a intensificação da situação e o risco crescente de conflitos militares em algumas regiões”, como o Estreito de Taiwan, Mar da China Meridional e a fronteira entre a China e a Índia. Segundo essas fontes, a aplicação do plano levará a um aumento no número de exercícios conjuntos entre unidades de diferentes tipos. Ao mesmo tempo, alguns especialistas consultados pela mídia acreditam que o plano deve fortalecer a capacidade do exército chinês de realizar ataques contra grandes ilhas e até mesmo travar uma batalha em Taiwan.

As tensões entre Taiwan e a China aumentaram recentemente, depois que o Departamento de Estado dos EUA aprovou a possível venda para Taiwan de sistemas de lançamento de mísseis, mísseis e sistemas de inteligência de imagem em tempo real usados ​​em caças. 16 por mais de US $ 1,8 bilhão, bem como 100 sistemas de defesa costeira Harpoon no valor de US $ 2,37 bilhões e drones armados MQ-9 Reaper com equipamentos relacionados.

Nesse contexto, Pequim ameaçou desferir um “golpe devastador” àqueles que “tentassem dividir seu território”. “A questão de Taiwan afeta a soberania e integridade territorial da China, bem como os interesses mais importantes do país”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Wu Qian, acrescentando que “nenhuma interferência externa é aceitável”.

Fonte: Brasil 247

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