Bolsonaro nega o racismo brasileiro e não lamenta o assassinato de João Alberto Freitas

Em longa postagem no twitter, Jair Bolsonaro sugeriu a existência de um projeto para dividir os brasileiros

Mesmo depois do brutal assassinato de João Alberto Silveira Freitas, negro e pai de quatro filhos, por dois seguranças do Carrefour, Jair Bolsonaro negou o racismo brasileiro, reconhecido por qualquer pessoa minimamente séria e até mesmo pelo comando mundial do Carrefour. Leia, abaixo, a sequência de tweets de Bolsonaro:

O Brasil tem uma cultura diversa, única entre as nações. Somos um povo miscigenado. Brancos, negros, pardos e índios compõem o corpo e o espírito de um povo rico e maravilhoso. Em uma única família brasileira podemos contemplar uma diversidade maior do que países inteiros.

– Estamos longe de ser perfeitos. Temos, sim, os nossos problemas, problemas esses muito mais complexos e que vão além de questões raciais. O grande mal do país continua sendo a corrupção moral, política e econômica. Os que negam este fato ajudam a perpetuá-lo.

– Existem diversos interesses para que se criem tensões entre nosso próprio povo. Um povo unido é um povo soberano, um povo dividido é um povo vulnerável. Um povo vulnerável é mais fácil de ser controlado. E há quem se beneficie politicamente com a perda de nossa soberania.

– Não nos deixemos ser manipulados por grupos políticos. Como homem e como Presidente, sou daltônico: todos têm a mesma cor. Não existe uma cor de pele melhor do que as outras. Existem homens bons e homens maus. São nossas escolhas e valores que fazem a diferença.

– Aqueles que instigam o povo à discórdia, fabricando e promovendo conflitos, atentam não somente contra a nação, mas contra nossa própria história. Quem prega isso, está no lugar errado. Seu lugar é no lixo!

Fonte: Brasil 247

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