Um grupo de pessoas foram presas em Mato Grosso do Sul e outros estados do país, nesta quinta-feira (1º), suspeitas de integrarem uma organização criminosa que atuava com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, os investigados alvos da Operação “Hades” movimentaram milhões de reais em estabelecimentos comerciais para disfarçar os ganhos ilegais do grupo, que tinha como uma das principais bases a cidade de Maceió (AL), mas atuava com entorpecentes em todo o país.
A ação expediu 61 mandados em Mato Grosso do Sul, sendo 19 de prisão e 42 de busca e apreensão. O combate ao crime incluiu policiais de Campo Grande, Ponta Porã, Três Lagoas, Paranhos, Fátima do Sul, Ladário, Jardim e Corumbá.
Em MS, sob a coordenação do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), foram cumpridas 36 ordens judiciais, com a prisão de 15 pessoas nas cidades de Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ponta Porã, Três Lagoas e Coxim.
A ofensiva apreendeu veículos, armas, joias, dinheiro em espécie e drogas.
A operação mira integrantes de duas organizações criminosas que atuavam no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. O fio da meada foi a movimentação financeira de dois casais: um alagoano e o outro paraense.
Eles eram responsáveis pelo tráfico de drogas em larga escala no território de Alagoas. Segundo a investigação, os dois casais fazem parte da cúpula de duas grandes organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro e no estado do Pará.
Na sequência, o trabalho identificou ramificações nos 17 Estados alvos da operação: MS, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.













