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Durante a entrevista, ele comentou sobre sua trajetória de trabalho iniciada aos 16 anos no setor bancário até chegar em Costa Rica onde iniciou sua carreira empresarial e depois, prefeito por quatro mandatos. Questionado sobre legados deixados durante sua administração, o ex-prefeito assinala que o ponto principal foi fazer o costarriquense se apoderar e ter orgulho da cidade.  

“Ele saber que tem uma cidade dele, para que ele possa cobrar. Poder ligar para o prefeito e reclamar, olha esse serviço não está funcionando. Acho meu legado foi ouvir as pessoas. Elas tinham onde reclamar do serviço público, tinha um telefone do prefeito, um whatazap que atendia 24 horas. O povo tinha voz”, acentuou.    

Ele evitou comentar sobre a atual administração, no entanto mostrou preocupação com o equilíbrio nos gastos com a folha de pagamento do município.  Waldeli avaliou que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), apesar de gostar de cobrar impostos, cuidou das contas pública e pode ser considerado um bom governador. “Conseguiu tocar o Estado com todas as dificuldades, deu continuidade ao grande governo de André, mas ficou gargalos na saúde ” avaliou.  

O ex-prefeito foi entrevistado após retornar de viagem de lazer com a família nos EUA. Ele relatou trechos de suas visitas e mostrou se bastante impressionado com as perspectivas oferecidas pelo setor turístico.  Na visita ao Grand Canyon, no deserto de Nevada, Waldeli observou. “Eles vendem foto de placas velhas de carros, no meio do deserto, transformando a memória em ponto turístico”.  Para ele, é possível em Costa Rica e em Mato Grosso do Sul criar pontos turísticos, a partir da preservação e criação de museus que guardem registro da história.