O deputado federal Ivan Valente (PSOL) entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por conta do uso do cartão corporativo em benefício próprio.
Nas motociatas com participação do ex-presidente, o parlamentar destaca que houve altos custos envolvendo hospedagem de servidores públicos, além de consumo.
“Toda vez que Jair Bolsonaro decidia viajar a lazer ou passear de moto por capitais do País ele gerava um custo médio de 100 mil [reais] para os cofres públicos”, destaca o parlamentar. “As despesas reveladas no extrato do cartão corporativo em benefício próprio revelam-se exorbitantes, desproporcionais e fora da razoabilidade, colidindo frontalmente com o princípio da moralidade, conforme previsto no artigo 37 da nossa Constituição Federal”.
O deputado pede ainda que sejam adotadas medidas para “verificar a legalidade, legitimidade, moralidade, economicidade e razoabilidade” dos gastos de Bolsonaro.
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