O general aposentado Michael Flynn propôs a Donald Trump um golpe de estado com base em uma suposta fraude eleitoral, mas decisões não foram tomadas nesse sentido
Após a vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro de 2020, o general aposentado Michael Flynn, quando já não ocupava mais o cargo de conselheiro de segurança nacional da administração do republicano Donald Trump, propôs um golpe de estado com base em uma suposta fraude eleitoral, que nunca foi comprovada. A semelhança da estratégia com algumas tentativas de golpe bolsonarista é notável.
Em dezembro daquele ano, Flynn disse à emissora NewsMax que o então presidente Trump tinha opções para garantir a “integridade” das eleições, incluindo decretar a apreensão de máquinas de votação e o uso de militares para repetir a votação em alguns estados.
No Brasil, a minuta golpista encontrada pela polícia na casa de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, previa um “estado de defesa” na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, para reverter o resultado das eleições presidenciais, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e acompanha o terrorismo de seus apoiadores do país estrangeiro, tem ligações com a extrema direita mundial, em especial com aliados de Trump e o próprio ex-presidente. O ex-chefe do Executivo está sendo investigado pelos atos terroristas e pode ter seus direitos políticos cassados e até mesmo ser preso.













