Em Manaus morreram 11 pacientes com Covid-19, após terem recebido uma dose elevada de cloroquina. A droga é apregoada por Donald Trump e Jair Bolsonaro como panaceia para o tratamento do novo coronavírus

Pacientes de Covid-19 internados em Manaus que receberam dose alta de cloroquina apresentaram batimentos cardíacos irregulares. Após a morte de 11 deles, cientistas interromperam precocemente testes com a dosagem.
O episódio fez com que cientistas brasileiros interrompessem parte de um estudo sobre o medicamento, cujo uso é defendido tanto pelo presidente americano, Donald Trump, quanto por Jair Bolsonaro, para o tratamento de pacientes de Covid-19.
A informação é do jornal The New York Times.













