Deputado Vander Loubet foi eleito por Mato Grosso do Sul. (Foto: Eliel Dias, Midiamax)

Deputado por MS disse que índices de aprovação e desaprovação estão estáveis para Lula

Deputado federal por Mato Grosso do Sul, Vander Loubet (PT) citou estabilidade em índices de aprovação e desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar afirmou que o empate sobre as pesquisas é resultado da polarização em alta no país. Pesquisa apontou a desaprovação de 49% de Lula (PT).

O índice aparece na primeira pesquisa do instituto Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (14).

“Os números de aprovação e desaprovação do governo e do presidente Lula estão estáveis. Em relação à última pesquisa, lá de dezembro, oscilou dentro da margem de erro”, ressaltou Vander.

O deputado afirmou que se trata de “um empate técnico, que, de certa forma, ainda é resultado da alta polarização que temos no país”. Logo, apontou que os 49% de desaprovação ganharam força para discurso ideológico.

“A gente percebe em postagens e comentários nas redes sociais que mesmo pessoas que estão se beneficiando das medidas implementadas pelo governo do presidente Lula adotam um discurso de reprovação por uma questão ideológica”, disse.

Porém, ele afirmou que “é inegável que o Brasil está melhor: desemprego em mínima histórica, inflação em baixa — uma das menores da última década, salário mínimo em valorização, aumento da renda média das famílias e dos trabalhadores”. E seguiu com os apontamentos: “Dólar em queda, bolsa de valores em alta, exportações em alta — mesmo com os problemas relacionados aos Estados Unidos”.

“Sem falar na entrada em vigor da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, algo histórico em nosso país”, citou Vander.

Avaliação

Em dezembro de 2025, a desaprovação já estava em 49%. Já a aprovação oscilou levemente, de 48% para 47%, agora em janeiro. Em 2026, a diferença entre aprovação e desaprovação está em dois pontos.

O empate entre os índices persiste desde outubro. Entre fevereiro e setembro de 2025, o petista tinha desaprovação maior, tendo o pior desempenho em maio: 57% desaprovavam e 40% aprovavam o governo.