Motociclista foi atingido por um tambor lançado pelo segurança de uma conveniência no fim de semana
O motociclista atingido por um tambor durante manobras perigosas — o famoso ‘randandan’ — em Dourados, recebeu alta médica, mas retornou à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) com dores no peito. O rapaz foi atingido pelo tambor, lançado pelo segurança de uma conveniência no último fim de semana.
O caso gerou repercussão nas redes sociais e dividiu a opinião de internautas. Isso porque moradores questionaram sobre a atitude do segurança e do proprietário da conveniência em apoiar a atitude. Em contrapartida, outros comentários surgiram, condenando a atitude do motociclista.
Após o motociclista ser atingido pelo tambor, ele foi levado ao Hospital da Vida para atendimento médico e recebeu alta na manhã de domingo (8).
Ao Jornal Midiamax, um familiar contou que o rapaz precisou retornar à UPA na tarde de segunda-feira (9), pois estava sentindo dores no peito e falta de ar na região atingida pela pancada do tambor. “[Ele] está melhor graças a Deus”, disse o parente.
A reportagem entrou em contato com a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e 1ª DP (Delegacia de Polícia), em Dourados, mas foi informada que não há registro de boletim de ocorrência sobre o caso.
Relembre o caso
A ‘polêmica’ teve início após moradores se questionarem sobre a atitude do segurança, de simplesmente lançar o objeto em direção ao motociclista, e do dono do estabelecimento, por apoiar a atitude.
“E aí surgem questionamentos inevitáveis: esse é o posicionamento esperado de um empresário de Dourados? Desde quando comerciante ou segurança privado age como autoridade policial?”, escreveu uma página de entretenimento do município.
Após a repercussão, o proprietário da conveniência gravou um vídeo, se pronunciando sobre o caso. Ele afirmou que o condutor estava bêbado, sem capacete e fazendo manobras perigosas na rua. Além disso, falou que o homem empinou a moto e bateu no tambor, caindo em sequência.
“Eu não gosto disso aí, só traz problema pra mim, quem toma no r*bo no final das contas sou eu, então eu quero que ele se f*da.”
O comerciante também questionou o motivo dos moradores não terem gravado e exposto o homem enquanto realizava manobras perigosas sem capacete. “O cara tava cortando giro, sem capacete, dando de louco, a polícia que se resolva com ele.”













