Também senadora por Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina (PP) relata o acordo internacional. A parlamentar acredita na aprovação da matéria. No entanto, apontou desafios que o acordo trará. Alertas sobre o acordo A senadora Tereza Cristina (PP) destacou que os desafios do acordo Mercosul-UE devem ser monitorados. Isso porque o tratado avançou na tramitação no Brasil e deve chegar ao Congresso Nacional após aprovação no Parlasul. “O Acordo vai ser aprovado, trará avanços, mas também desafios para o nosso agro e a nossa indústria. Desafios esses que precisam ser monitorados”, disse a senadora por Mato Grosso do Sul. Apesar disso, a parlamentar destacou que a aprovação deve ser comemorada. “Mas não tenho dúvidas de que é muito importante celebrar finalmente este tratado num momento em que impera no mundo o protecionismo”, completou. Vale lembrar que Tereza Cristina participou do fechamento do acordo comercial em Bruxelas, em 2019. Na época, Tereza atuava como ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PL). O tratado internacional Conforme o texto, o acordo internacional determina a redução gradual das tarifas comerciais entre os cinco países do Mercosul e os 27 da União Europeia. Portanto, a redução é prevista ao longo de 18 anos. Ademais, o acordo cria regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas e investimentos. São cerca de 718 milhões de pessoas vivendo nos países do Mercosul e da UE. O PIB chega a aproximadamente US$ 22,4 trilhões.

Tereza Cristina é relatora do projeto, que tramita com urgência no Congresso

O acordo Mercosul-UE será analisado e votado diretamente no plenário do Senado nesta quarta-feira (4). A votação direta ocorre após o presidente da CRE (Comissão de Relações Exteriores), senador Nelsinho Trad (PSD), cancelar a reunião na Comissão.

“Este não é um momento de hesitação. Vamos honrar esse passo histórico para o Brasil”, disse o presidente em nota. Então o PDL 41/2026 deixa de passar pela Comissão, já que tramita em urgência no Congresso.

Nelsinho destacou que o objetivo agora é “assegurar que o acordo gere benefícios reais, que setores sensíveis recebam apoio e que o Brasil ingresse nessa nova fase com competitividade e segurança jurídica”.