A diretora do BNDES Tereza Campello e os ministros Paulo Teixeira e Marina Silva anunciam o resultado da chamada de projetos (Foto: Rogério Cassimiro/MMA)

Iniciativa Restaura Amazônia apoiará 17 projetos em assentamentos rurais, com o plantio de 6,7 milhões de árvores e geração de 1.680 empregos

Em uma ação conjunta para combater o desmatamento e fomentar a economia verde, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento e Agricultura Familiar (MDA) anunciaram, nesta quinta-feira (16), o resultado de uma chamada de projetos do Restaura Amazônia. A iniciativa selecionou 17 propostas que receberão R$ 126,1 milhões do Fundo Amazônia para restaurar 4.131 hectares na região conhecida como Arco da Restauração, faixa crítica de devastação que se estende do Maranhão ao Acre.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, enfatizou a importância estratégica da medida. “A recuperação de áreas degradadas nos assentamentos do Arco da Restauração é fundamental para reverter o desmatamento na Amazônia, fortalecendo as cadeias produtivas e criando alternativas de renda para os assentados da reforma agrária”, ponderou.

Em uma ação conjunta para combater o desmatamento e fomentar a economia verde, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento e Agricultura Familiar (MDA) anunciaram, nesta quinta-feira (16), o resultado de uma chamada de projetos do Restaura Amazônia. A iniciativa selecionou 17 propostas que receberão R$ 126,1 milhões do Fundo Amazônia para restaurar 4.131 hectares na região conhecida como Arco da Restauração, faixa crítica de devastação que se estende do Maranhão ao Acre.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, enfatizou a importância estratégica da medida. “A recuperação de áreas degradadas nos assentamentos do Arco da Restauração é fundamental para reverter o desmatamento na Amazônia, fortalecendo as cadeias produtivas e criando alternativas de renda para os assentados da reforma agrária”, ponderou.