Deputado Federal Marcos Pollon. (Divulgação)

Parlamentar ainda afirmou que tudo é feito com aval de Lula

O deputado federal Marcos Pollon (PL) afirmou nesta segunda-feira (15) que organizações terroristas cooptam indígenas para invadirem fazendas, como a que ocorreu em Sidrolândia neste fim de semana. Uma propriedade foi incendiada e teve os maquinários roubados.

Além disso, nas redes sociais, o parlamentar afirmou que tudo é feito com aval de Lula. “No estado do Mato Grosso do Sul existem organizações terroristas que são financiadas por ONGs internacionais que cooptam indígenas para invadir propriedade rural, matar, roubar, estuprar e causar o terror. Esse final de semana, no sábado, lá em Sidrolândia, ocorreu um episódio desse”, afirmou.

Ele ainda ressaltou que “invasão de propriedade não é manifestação, é crime” e que “crime não pode ser tratado com complacência pelo Estado”. A invasão é atribuída a indígenas da aldeia Buriti, que teriam agido isoladamente.

Invasão

A proprietária de uma fazenda em Sidrolândia procurou a polícia para denunciar uma suposta invasão de indígenas da Aldeia Buriti, que teriam entrado na propriedade, causando danos, incendiado máquinas agrícolas e colocando funcionários em cárcere. O caso teria ocorrido na noite deste sábado (13).

Na manhã de domingo (14), equipes policiais seguiram até a propriedade para apurar o caso e ouvir as partes envolvidas. A denunciante contou à polícia que máquinas e insumos agrícolas foram incendiados durante a invasão à propriedade.

Ela teria afirmado que mulheres e crianças teriam sido mantidas em cárcere e que funcionários da fazenda chegaram a ser algemados pelos invasores.

De acordo com a Polícia Militar, equipes especializadas foram até a propriedade onde o grupo de indígenas invasores causou graves danos ao local e aos maquinários agrícolas. Além da destruição patrimonial, foram registrados furtos de insumos e focos de incêndios dolosos provocados criminosamente pelos invasores.

Ainda foi causado com a derrubada de diversas árvores, que foram utilizadas como barricadas para impedir a ação das forças de segurança.