Ao dizer que poderia ter eliminado a gravação da reunião ministerial de 22 de abril, Bolsonaro confessa que esteve a prestes de cometer um crime contra a Lei de Acesso à Informação. A destruição de chips com gravações citada por ele é ilegal, segundo ex-ministro da Controladoria-Geral da União

Reunião ministerial de 22 de abril (Foto: Marcos Correa/PR)

Se Jair Bolsonaro tivesse destruído o chip da reunião ministerial de 22 de abril, como disse a apoiadores neste domingo (24), ele teria infringido a Lei de Acesso à Informação. 

A avaliação é de Valdir Simão, ex-ministro da Controladoria-Geral da União. Ele também afirma que causa preocupação a possibilidade de que os registros das demais reuniões estejam sendo eliminados, informa a coluna Painel da Folha de S.Paulo.

O ex-ministro da Controladoria diz que dados reservados são sigilosos por cinco anos, os secretos por 15 anos, e os ultrassecretos por 25 anos, inclusive mensagens de celular. 

Fonte: Brasil 247